sexta-feira, 31 de maio de 2013

CONTRAVENÇÃO, CONVENCIONADO E ROTULADO SEM PRÉVIA.



Relevo meus anseios, corro à situações que me remetem meus átrios positivamente, 
mas fico neutro quando ela se define diante dos olhos; 
Talvez o que move, é essa ilusão humana que se torna real por fé, 
ter a insana esperança de conseguir chegar ao objetivo que almejamos;
Porém muitas vezes conquista-se pela metade por falta de tempo para efetivá-los. 

As vezes é necessário um choque de adversidade, pois esse momento é realmente evidenciado 
condições passiveis de assimilação e reflexão sobre as atitudes no mundo e para com o mundo.
Longe do sucesso e do politicamente correto, modismo e fanatismo, a realidade se converte em suma,
esta de caráter extremamente consumista, e como não dizer capitalista sem necessidade.

Entre idas, vindas e premissas aqui postas, a verdade é o que tange a percepção do real,
as vezes se torna surreal e sem nexo.
Não influência-se por religião, marca, status, mais velhos, estereótipos, estes de rótulos implacáveis de inserir onde não se deve, mas precisa estar.

Logo a loucura persistente é um insucesso de tentativas de não pertencer a imposição de "regrinhas sociais", que nunca foram de agrado do ego. Compulsivamente  o estranho humano, requer um reconhecimento adverso do pregão social, ou será que já é pertencente a um rotulo tachado de contraventores sociais que não foi homologado em funções de pautas politicas?
Salve Oliviero Toscani que não deixa suprir o poderio dos mais fortes e dos expoentes potentes;
Pena que o arquétipo fora da lei, suprime a ganância dos seguidores por um grupo rotulado de contraventores a fim de status superior.


Dhiego Cohen

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