quarta-feira, 31 de julho de 2013

A MISSÃO DO DIFÍCIL.


Google Imagens



Você já parou para pensar em quantas coisas na vida já conquistou? Garanto que a grande maioria não estava ali de presente para você, somente para desfazer o laço. Bem, se não nasceu em berço de ouro, provavelmente não. Infalivelmente a vida é uma conquista diária e perene, com vestígios de erros e superações que vão traçando sua história. Falando de história, traçamo-la ou já está traçada no destino. Bem, na conjuntura do ceticismo tenho minhas dúvidas. Em matéria de dúvidas, prefiro nem começar a explanar sobre o assunto, pois são imensuráveis e incansáveis. Mas vamos falar de coisa boa, e não é TekPix . Mas de como o NUNCA em nossa vida sempre acontece. Sim acontece!

Pelo simples fato exacerbado de não aceitar a situação que vê, mas não entende. Isso até você se encontrar nela, e estar de corpo e alma, entregue como se estive a deriva em um oceano infindo. O que eu quero dizer? Bom, é que o nunca, nunca existe assim como o para sempre, nem sempre é. Ou melhor dizer que 99,9% não é. A vida não é eterna, porque as relações que a circundam devem ser?

 Existe um ditado popular que fala “não cuspa para cima” o resto não preciso terminar vocês sabem o que acontece. Julgar para que, ser julgado? Às vezes o melhor é se calar. Expressar opiniões é extremamente importante, principalmente se tratando de uma democracia, embora não pareça, mas convenhamos... deixa para lá, não quero entrar em processos políticos ineficientes desse país corrupto em essência.

 Resumindo todas essa premissas, o foco é a dificuldade de seguir rumo aos objetivos que desejamos, os percalços são muitos. Mas para que construímos muros? Construímos porque queremos ter certeza que ele não será invadido e roubado, porque sua vida inteira foi tentar construí-lo.
O amor, haaa ele tinha que entrar aqui, claro. Ele sempre revigora nossas energias e faz com que agarramos com mais força os objetivos, idealizamos esse amor para nos ajudar a construir conosco. Isso quando o amor é possível, às vezes ele também será algo difícil de conquistar. Mas, porém, o que é fácil se esvai da mesma maneira. Quer saber, a missão de conquistar o difícil é um valor agregado que nenhum valor é capaz de retratar toda essa vida de conquistas.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

CONTRAVENÇÃO, CONVENCIONADO E ROTULADO SEM PRÉVIA.



Relevo meus anseios, corro à situações que me remetem meus átrios positivamente, 
mas fico neutro quando ela se define diante dos olhos; 
Talvez o que move, é essa ilusão humana que se torna real por fé, 
ter a insana esperança de conseguir chegar ao objetivo que almejamos;
Porém muitas vezes conquista-se pela metade por falta de tempo para efetivá-los. 

As vezes é necessário um choque de adversidade, pois esse momento é realmente evidenciado 
condições passiveis de assimilação e reflexão sobre as atitudes no mundo e para com o mundo.
Longe do sucesso e do politicamente correto, modismo e fanatismo, a realidade se converte em suma,
esta de caráter extremamente consumista, e como não dizer capitalista sem necessidade.

Entre idas, vindas e premissas aqui postas, a verdade é o que tange a percepção do real,
as vezes se torna surreal e sem nexo.
Não influência-se por religião, marca, status, mais velhos, estereótipos, estes de rótulos implacáveis de inserir onde não se deve, mas precisa estar.

Logo a loucura persistente é um insucesso de tentativas de não pertencer a imposição de "regrinhas sociais", que nunca foram de agrado do ego. Compulsivamente  o estranho humano, requer um reconhecimento adverso do pregão social, ou será que já é pertencente a um rotulo tachado de contraventores sociais que não foi homologado em funções de pautas politicas?
Salve Oliviero Toscani que não deixa suprir o poderio dos mais fortes e dos expoentes potentes;
Pena que o arquétipo fora da lei, suprime a ganância dos seguidores por um grupo rotulado de contraventores a fim de status superior.


Dhiego Cohen

segunda-feira, 18 de março de 2013

TROCA COM TROCO


As relações me parecem cada vez mais surreais, e sem valor. Não, perai tem valor sim! Te proponho ajuda, mas você me ajuda em algo que estou precisando e que você tira de letra. Quanta gentileza, não?
Compartilhamos tudo, curtimos tudo que nos interessa. Bem vindos à sociedade da cumplicidade. Será?
Em todo lugar em todos os ambientes só me parece que as pessoas se escondem atrás de bondade, de cumplicidade ao próximo. Ajudar o próximo está na moda, pensar no ambiente traz um grande status institucional principalmente aos negócios. Mas olha! Eu te ofereço tudo, mas você se doa completamente a mim. As relações viraram troca de favores. Creio que temos ai uma moeda girando que não é perceptível aos olhos.
Creio que essa aculturação seja proveniente do capitalismo que tanto critico, mas que absorvo dia após dia da minha vida. Mas enfim, seria uma loucura insana se quisesse lutar contra a corrente. O imagético é o que vende, comprasse valor intrínseco, não mais produtos, não necessitamos dele por suma necessidade, a necessidade hoje é outra. É apenas como vão me ver, e toda a bagagem que isso vai trazer para minhas relações e a posição dentro dela. Olhe a sua volta e tente dizer apenas 3 coisas que não tenha marca.
Sendo assim tudo precisa de uma moeda de troca, para isso se trabalha e luta anos da vida, para conquistar o império de futilidades sociais.
Vamos viver numa cabana e voltar a era dos macacos? LOGICO QUE NÃO! Não saberíamos viver assim. Nosso mundo não cabe lá e nem La cabe aqui.
Talvez ao ler essas premissas pense que é uma expressão de revolta ou uma frustração da minha parte, pode ser. Ledo engano! É somente ter consciência e cabeça aberta para a reflexão, não estarei exaltando frustrações. Mas se ainda assim, achar que é apenas expressão do escritor, acredito que está tomado por uma nuvem negra de ilusão. Mas proponho uma troca! Argumente ao contrário, em troca tenha a satisfação de estar por cima.
Não deixa de ser uma troca com troco.