sábado, 20 de agosto de 2011

LABIRINTO DE UM SILÊNCIO



A sensação de estar perdido em um momento encontrado e ambientalizado completamente homogêneo e populoso, mas se está ausente da mente, se sente só em resumo.
Dificil contradição que se move ao redor e inspirado nos momentos de Munch que exala perfeição dos traços da solidão. Não que o momento seja de solidão, mas sentir-se só em meio a multidão, por motivos próprios que comove a abnegação. Falta o surreal de o "grande masturbador" para perder o que pode ser a inibição da aproximação da solidão originada internamente sem motivo aparente, pelo menos até a aversão dela. Em silêncio sentado diante do altar que traz a calmaria de uma dia sensato, não se apoderá a mesma calmaria, até mesmo o bater das asas de um passáro fora do templo do pai é perceptivél da percepção, já que foge o controle do austero.
Algumas questões não se obtém respostas, alugmas soluções são evidentes porém camufladas ao alcance. Suponho que o silêncio nem sempre expressa a solidão e muito menos a tristeza, mas o momento de reflexão para analisar a sensação bastarda e infame.
Se o coraçao justo é falho, é puro! Nada justifica sua submissão, o quanto forte em fé for, prevalece a ascensão da felicidade dos anseios pré existentes.
A força que se move contra, tem a mesma medida se a vontade de almejar for intensa, anulando o adversante. A decisão envolve talento e ausências que permite outros adventos cruciais no futuro afim de silênciar o silêncio de um labirinto de condições humanas de interesses diversos.

Dhig Cohen

quinta-feira, 7 de julho de 2011

UM SONHO EM BATALHAS

A base do sonho consiste na tempestade de verão na tormenta de um vulcão.
Mas no decorrer natural, após a tempestade, as nuvens em céu azul limpido dissemina a transparente correnteza, que segue seu curso ao grande oceano no dia posterior.
O anseio de um sonho não basta vontade. É perene em fé, e em garra!
A segurança é intermitente, os caminhos perniciosos, mas o fim é o fenômeno mais resplandecente e ressuscitador da fenix que surge das cinzas.
Pois um grande sonho traz consigo batalhas travadas ao amanhecer que pode perdurar algumas estações, em que se pode ver pela janela como de dentro de uma locomotiva a vida passar, e as forças se esfacelando a cada Outono. É preciso treinar a paciênica, aprender com os erros, traçar metas e estratégias. Mas como as batalhas ainda não estão perdidas, a gota de esperança é o que move-nos a realizar o impossivel, afim de cessar a guerra que um sonho premeditado iniciou.

BY DHIEGO COHEN

sábado, 2 de julho de 2011

O SOM QUE PRECISO



Preciso de um som que me leve ao ápice e ao êxtase.
Cujo poder das batidas faça meu coração pulsar mais rápido;
Que faça meus músculos vibrarem e meu corpo simular o desejo
que te atraia para perto de mim.

Preciso de um som, que a cada nota justaposta seja inebriante e harmônica,
e ao fechar os olhos, o soar das ondas da nota chegue até você e te faça dançar
em direção ao meu corpo e navegar por ele.

Preciso de um som, que eu possa pular de emoção a cada remixagem, e sentir a pele ruborizar e exaltar em arrepio.
Preciso do som em que a noite seja nossa, a casa está lotado, mas no momento em que o som está tocando o tempo é pausado, e em câmera lenta eu sinta apenas o som e você me seduzindo.

By Dhig Cohen

domingo, 22 de maio de 2011

FRIA NOITE SEM AFAGO

Nem sei dizer o que poderia me confortar nessa noite fria;
Talvez Precisasse apenas de uma coisa;
Mãos para afagar meu tormento, confortar meu martirio;
Sem Mais, queria o breve descanso merecido de uma noite lunar estrelada em esplendor;
Queria coração inundado de integrantes circenses em um espetáculo divino.
Só assim ao amanhecer com o sol virtuoso, ver o véu da noiva em seu dia tão almejado, e ansiosa para a noite de nupcias tão aguardada, compartilhar todo seu enaltecimento da presença de outro corpo;
E enfim, superar a noite fria que precisava do conforto e alento que se esteve ausente.

Dhiego Cohen

domingo, 23 de janeiro de 2011

A U S E N T E - M E !




Ausente-me da humanidade por um instante,
Mas não me tire o ar, não me tire o céu!
Ausente-me do som, e das lembranças mundanas,
Mas não exite em oferecer o ouvir da bela composição sonora.

Conforte-me no silêncio ilustre da presença do vento,
Mas permita-me consolar meus prantos e dores nostálgicas.
Conforte-me para regozijar ao nascer no calor do amanhecer,
Mas incita-me a partilhar do dia, a sonhar com fomenta de conquista.

Sinto o desejo que invade avassalador austero e deixa inebriado.
Porém, não o decifro, não o defino, não o compreendo!
Busco a ausência a fim de sanar medos e esclarecer dúvidas,
Conforto-me no silêncio, autodidata para estar ereto.
Só preciso ausentar por alguns instantes pra alocar as informações.

Por favor, com licença preciso ausentar-me!


BY DHIG COHEN