domingo, 22 de maio de 2011

FRIA NOITE SEM AFAGO

Nem sei dizer o que poderia me confortar nessa noite fria;
Talvez Precisasse apenas de uma coisa;
Mãos para afagar meu tormento, confortar meu martirio;
Sem Mais, queria o breve descanso merecido de uma noite lunar estrelada em esplendor;
Queria coração inundado de integrantes circenses em um espetáculo divino.
Só assim ao amanhecer com o sol virtuoso, ver o véu da noiva em seu dia tão almejado, e ansiosa para a noite de nupcias tão aguardada, compartilhar todo seu enaltecimento da presença de outro corpo;
E enfim, superar a noite fria que precisava do conforto e alento que se esteve ausente.

Dhiego Cohen