sábado, 20 de agosto de 2011
LABIRINTO DE UM SILÊNCIO
A sensação de estar perdido em um momento encontrado e ambientalizado completamente homogêneo e populoso, mas se está ausente da mente, se sente só em resumo.
Dificil contradição que se move ao redor e inspirado nos momentos de Munch que exala perfeição dos traços da solidão. Não que o momento seja de solidão, mas sentir-se só em meio a multidão, por motivos próprios que comove a abnegação. Falta o surreal de o "grande masturbador" para perder o que pode ser a inibição da aproximação da solidão originada internamente sem motivo aparente, pelo menos até a aversão dela. Em silêncio sentado diante do altar que traz a calmaria de uma dia sensato, não se apoderá a mesma calmaria, até mesmo o bater das asas de um passáro fora do templo do pai é perceptivél da percepção, já que foge o controle do austero.
Algumas questões não se obtém respostas, alugmas soluções são evidentes porém camufladas ao alcance. Suponho que o silêncio nem sempre expressa a solidão e muito menos a tristeza, mas o momento de reflexão para analisar a sensação bastarda e infame.
Se o coraçao justo é falho, é puro! Nada justifica sua submissão, o quanto forte em fé for, prevalece a ascensão da felicidade dos anseios pré existentes.
A força que se move contra, tem a mesma medida se a vontade de almejar for intensa, anulando o adversante. A decisão envolve talento e ausências que permite outros adventos cruciais no futuro afim de silênciar o silêncio de um labirinto de condições humanas de interesses diversos.
Dhig Cohen
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