
Não sei onde vai ser o começo, quem dirá a sabedoria e a cronologia para o fim, quem dirá se haverá um protagonista ao qual dirá o fim de uma história como tantas outras com trajetórias e previsão de termino.
Assim por vias de fato, amar é uma situação única, amar está além de qualquer entendimento teocêntrico, por sua vez é incondicional a tal prova. Rubrica-se tal amor, passível de todo e qualquer ápice sentimental humano, eleva aos mais prazerosos momentos da mente e da carne, sem demagogias é solitário. Solitário porque se concretiza exemplar a quem tem o privilégio de construir e usufruir tal sentimento. Falo do amor ao qual se esvaeceu, o amor de bases, que perdura ao longo de uma história e por isso começa e terminam juntos, ainda que impossibilitados de assim estarem ao falecer de companhia mútua. Mas sincero único e bivalente sem ocupar-se desse espaço por outro alguém.
Seus átrios absolutamente enaltecedores promovem suas almas ao apogeu de ambas, compromete o entendimento alheio, fortifica-se, é visivelmente absorvido em toda sua essência ao seu redor.
Se por distância houver partilha dessa história, não se finda pois é perene ao espaço, já nasceu verdadeiro é recíproco e estarão unidos tão logo a fim de chegar a seu destino final, sem público, a história desse amor é de exclusividade a quem viveu intensamente.
DHIEGO COHEN
“ Se entregar inteiro e completamente a uma outra pessoa é a melhor coisa da vida. O amor verdadeiro começa ai, essa entrega incondicional. A vida pessoal só vale a pena quando se acredita na dependência mútua.” (trecho do filme de Aluizio Abranches - Do começo ao fim)
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