
Onde quero chegar? È distante e sem fim!
Pois sei, que no fim exijo um novo recomeço, ou deixarei de viver e estarei desistindo de mim. As incertezas me levam a crer que, talvez “meu mundo” me propõe desafios, porque, são eles que me fazem ser quem sou.
Uma conjuntura de perca, sucessos e conhecimento; Sei lá? Não estou preparado para tanto, ou, estou? Às vezes surpreendo-me inúmeras vezes, não sabendo que posso ser capaz. Afinal isso é um detalhe, todos nós somos. Mas sabe o mais difícil, e essencial trunfo de ser trabalhado? Versatilidade e Paciência para mudanças e decepções. È um jogo de sobrevivência mesmo, estando atento a tudo e a todos, constantemente sob análise de todos os aspectos de movimento humano. Na maioria das vezes me considero cético demais, pois não sei se sou capaz de acreditar em mim mesmo, nunca tenho certeza de nada, a duvida se concentra em nas minhas horas. Aliás, o que se tem certeza e torna-se fato indiscutível? Como dizem por ai “a única certeza é a morte”, ainda não tenho conhecimento de alguém que tenha “ficado para semente”.
Pode ser irrelevante tudo isso, mas é o que creio com toda experiência embora considerada inexperiente até então. Percebi há algum tempo e absorvi a idéia que não existe ninguém que não tenha fé, salvo que, não falo da fé que se resume religiosidade, mas sim em qualquer fé como a de acreditar ou não em algo. Bem, sendo assim compreendo que o mundo que estou é egoísta e do homem, e se conheço bem o ser humano no sentido único comparando-se com Jesus, todos muitas vezes sem intenção, tomam atitudes por interesses próprios. Posso estar enganado. Sim, claro que posso! Não quero criar uma discussão de cunho polêmico ou sensacionalista, se trata apenas de uma visão do meu ângulo de ver a vida.
Então diante de tal, me nego a acreditar em tudo que me é apresentado e informado, por que atrás de uma idéia, valor ou qualquer coisa do tipo, existe o “dedinho humano”, levo-me a crer que uma porcentagem pequena ou não há resquícios de interesse próprio. Se tivesse a decisão de beneficiar o mundo, e para isso fosse necessário escolher minha tortura até a morte, com certeza não optaria pela dor. Ainda não conheci nenhuma história além a de Jesus que morreu por nós. Acima de qualquer coisa, penso na minha felicidade sem proceder de atitudes insanas ou maléficas a qualquer pessoa que possa fazer parte do meu circulo social. Fazer-me feliz não implica inferir a intolerância ou indiferença.
Assim sendo, convivo no meio a tantas incertezas, e a cada incerteza e erro cometido, pretendo encontrar a solução mais óbvia e convincente para não repeti-lo.
ENFIM
Por favor, alguém sabe a melhor forma ou maneira de se viver?
Se alguém souber a fórmula mágica ou a resposta...
CONVENÇA-me!
By Cohen
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